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Benfica x Shakhtar: Mais um fracasso europeu a ditar o foco no campeonato.


A última vez que o Benfica tinha jogado na véspera do seu aniversário, o jogo havia sido incrível. Incrível para a realidade de hoje. Época 13/14, Benfica 3-0 PAOK. Recordam-se? Talvez não, mas e se vos disser que foi o golo do livre à Panenka do Gaitán? De certeza que agora se lembram. Aos 70' estava 0-0 e aos 80' já estava 3-0. Este jogo seria apenas o 1º obstáculo de uma caminhada que acabaria numa final infortuna da Liga Europa. Caminhada essa que seria composta por adversários como a Juventus e o Tottenham. Dava indícios de ser o início de um projeto denominado Benfica Europeu, que, mesmo assim, já chegaria tarde pois Luís Filipe Vieira disse um dia: «Deixem chegar o Benfica a 2011 e verão que o Benfica será um colosso europeu, para não dizer mundial.»



Seis anos mais tarde, na véspera do 126º aniversário do Sport Lisboa e Benfica, o Benfica recebia no Estádio da Luz o Shakhtar Donetsk, na esperança de virar o resultado de 2-1 da primeira mão. Tendo em conta a exibição da primeira mão, o Benfica estar em posição de disputar a eliminatória era uma situação agradável. Além da "remontada" ser possível, era algo essencial para a continuação do projeto europeu do Benfica. Sobre o onze apresentado, existiam dúvidas quanto ao meio-campo utilizado, qual o segundo-avançado e se a fadiga demonstrada em Barcelos por Vinícius permitiria a Dyego Sousa estrear-se. Lage optou por Weigl e Taarabt no miolo e Chiquinho no apoio a Dyego.