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Sem Margem de Erro


Vínhamos de um resultado menos positivo em Zagreb, no entanto, para o campeonato, vínhamos de uma grande vitória contra o Porto. Como disse na antevisão, era imperativo que ontem não perdessemos pontos. Impensável perder pontos em casa, perante os nossos adeptos.

Ontem, segunda-feira, logo a começar o dia, fui assolada por uma memória que gostava de ter bem apagada, mas que volta e meia me assombra... Estava eu a beber o meu café no sítio do costume, e alguém comenta com o empregado "O Benfica joga hoje. Aqui há uns anos a uma segunda-feira empatámos com o Estoril..." Caiu tudo. Foi como se de repente fosses transportada para aquela segunda-feira de maio. Ficou aquela nuvem negra por cima da cabeça.

No pré-match, tentas aferir a "fé no pau" do pessoal, como se costuma dizer no Benfica FM, e começas a ver que talvez não estivesse a 100%. Mas ignoras, e bom, é o Benfica não há-de ser nada.

*Mas continuas com aquela nuvem negra a pairar e a lembrar-te do jogo do Estoril. *

Começa o jogo e o Rafa não faz golo. Estamos a jogar à Benfica, e sabemos que mais cedo ou mais tarde o golo aparece e resolvemos isto. Novamente, impensável perder pontos com o Belenenses em casa nesta altura do campeonato.

Mas, mais minuto menos minuto e chega o intervalo. Começas a achar que realmente as coisas não estão a correr assim tão bem. Notas um cansaço nos jogadores, notas a falta de Gabriel e Seferović.

No entanto é óbvio, que se na segunda parte marcássemos cedo resolvíamos o jogo.

E o golo não tardou, por Jonas, aos 55 minutos o Benfica adianta-se no marcador. Bom cruzamento de André Almeida do lado direito, Jonas recebe, deixar bater e remata.

Ficamos confiantes, e sei que aquela con