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O Benfica que eu idealizo


Antes de falar no assunto que me traz aqui novamente, há uma coisa que eu quero deixar bem claro: para mim, o Benfica estará sempre em primeiro lugar e quero acima de tudo que o Benfica ganhe. Por esse mesmo motivo, quis esperar pelo jogo contra o Standard Liège para falar sobre isto.


No entanto, isso não implica que eu tenha de fingir que estou satisfeito com o que vi na madrugada de quarta para quinta-feira. A decisão dos sócios é soberana, mas não me peçam para ficar indiferente ao facto de termos deitado para o lixo uma oportunidade de ouro para devolver o Benfica aos benfiquistas.


Porque eu não me revejo num Benfica que mostre total conformismo perante o insucesso desportivo, sobretudo a nível europeu, onde a falta de atitude competitiva mostrada nas últimas épocas espelha bem a falta de ambição da Direcção do clube. Não estou a insurgir-me contra a intenção de voto de ninguém. Cada um é livre de votar em quem quer. Mas existiram vários factores nestas eleições que não me deixam indiferente e que quero mencionar aqui.


O primeiro de todos esses factores é que, tal como já era temido por muitos sócios que desejavam mudança, a antiguidade fez a diferença na reeleição de Luís Filipe Vieira: