leaderboard.gif

Uma oportunidade para voar mais alto

Atualizado: 25 de Out de 2020



As eleições que irão decidir os destinos do Benfica nos próximos quatro anos estão quase a chegar. Pessoalmente, eu nunca vivi um período eleitoral de uma forma tão intensa. Não porque são as eleições da história do Benfica com mais candidatos, mas sim pelo peso que estas terão no futuro do Benfica. Mais do que os outros actos eleitorais, estas definitivamente, não serão umas eleições quaisquer.


Com o dia das decisões a chegar, senti a necessidade de dizer tudo o que me vai na alma, de deitar tudo cá para fora. Porque afinal de contas, todos nós queremos o melhor para o Benfica e, como aqueles que me acompanham nas redes sociais já perceberam, eu defendo um caminho diferente daquele que tem vindo a ser seguido nos últimos anos.


A principal conclusão a que cheguei ao longo deste período de campanha, é que o período do Vietname deixou marcas mais profundas do que eu poderia imaginar. Não me estou a referir a marcas dentro de campo, mas sim às marcas deixadas nas memórias de muitos benfiquistas. Marcas essas, que fizeram com muitos benfiquistas perdessem a sua cultura exigente e esboçassem uma reacção conformista no insuceso desportivo, abordando-a com típicas frases feitas como um "Acontece", um "Faz parte do jogo" ou um "Não se pode ganhar sempre". No Benfica, perder JAMAIS podera ser uma coisa normal.