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Outra vez arroz (sem tomate)





O clássico do Dragão foi isso mesmo, um clássico. Mas não no sentido de ser um jogo histórico ou bem jogado (muito, muito longe disso). Foi um clássico porque me deu a sensação de estar a ver o mesmo Porto-Benfica que vi em 90% das ocasiões ao longo das minhas 40 primaveras. Teve todos os ingredientes a que estamos habituados:


Casas do Benfica vandalizadas;

“Bem-vindos filhos da puta”;

Bonecos “enforcados”;

Bolas de golfe;

Fogo de artifício nocturno junto ao nosso hotel;

Arbitragem porreirinha para os anfitriões;

Um Benfica sem tomates;