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Schindler's List 🎬

Atualizado: 12 de Jun de 2019

S/S Benfica 1993/94 Home.


Impossível alguém não se lembrar desta camisola Hummel com gola estranha e patrocínio Casino Estoril.

Eram outros tempos.

Brincávamos livremente na rua, sem problemas ou sequer preocupações de segurança, de manhã à noite, com pequenos intervalos para comer. Se chegássemos a casa com os joelhos todos esmurrados, punha-se mercuriocromo e era sempre a andar. Se nos queixássemos muito, ficávamos sem poder jogar à bola!

Não havia telemóveis nem internet. E apenas os grandes jogos davam na TV (lembram-se da expressão: "Jogo com honras de transmissão televisiva"?). Os restantes eram acompanhados a ouvir o relato da Radio Renascença com Ribeiro Cristóvão ao leme, enquanto se estudava ou fazia trabalhos de grupo.


Mas houve algo que não mudou: este campeonato de 1993/94 foi particularmente difícil a conquistar.

Começou com o Verão Quente, onde Paulo Sousa e Pacheco rumaram ao rival da 2ª circular e por pouco JVP não seguia o mesmo caminho. Rui Costa ficou e Paulo Futre foi vendido para o Marselha.

O campeonato abre com 3 empates seguidos (3-3 a abrir na Antas com uma roubalheira épica, Estoril em casa e Beira-Mar fora). Ganhámos 5-1 em Famalicão e 4-1 em casa ao Salgueiros para na jornada a seguir irmos perder 5-2 a Setúbal. Ganhámos 2-0 ao Porto em casa com o Mozer a expulsar brilhantemente o Fernando Couto e espetámos 8 ao Famalicão com 2 auto-golos do Celestino.