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Voleibol 2019/2020 - Antevisão


O voleibol é das últimas modalidades do Benfica que irá iniciar a sua época oficial. A época da equipa encarnada irá iniciar no próximo sábado, dia 12 de Outubro, com a disputa da Supertaça contra a equipa da AJ Fonte Bastardo às 17h em Almada. O Campeonato seguinte terá início no fim-de-semana seguinte com o Benfica a receber o SC Espinho na primeira jornada.


A temporada de estreia de Marcel Matz ao serviço do Benfica dificilmente poderia ter corrido melhor, que só não foi perfeita devido a mais uma eliminação nos quartos-de-final da Taça Challenge. Depois de uma época que superou as expectativas, a estrutura da modalidade rapidamente se assegurou d segurar os jogadores mais influentes da equipa.


Hugo Gaspar, Peter Wohlfahrtstatter, Théo Lopes, Rapha, Zelão, André Lopes e Marc Honoré renovaram contrato, ficando assim assegurada a espinha dorsal da equipa. As primeiras saídas a serem anunciadas foram a dos pontas Frederic Winters e Bernardo Martins, sendo que a saída do português se deveu a razões pessoais. Mais tarde foi anunciada a saída do central Filip Cveticanin, que irá abraçar um desafio no voleibol grego. Uma saída que na minha opinião é lógica, visto que tendo em conta a sua juventude e potencial, certamente não iria querer a continuar a ser quarta opção no plantel.


Para ocupar as vagas foi anunciado um regresso ao clube: o atacante Afonso Guerreiro, que representou o Benfica entre 2011 e 2013 e que regressa aos 24 anos, após passagens pelo Fonte Bastardo, Castelo da Maia e SC Espinho. Pode jogar a zona 4 e a oposto, o que ajuda a precaver as idades avançadas de Hugo Gaspar e Théo Lopes.


A outra contratação foi a do ponta brasileiro André Aleixo, mais conhecido por Japa. Este zona 4 de 28 anos conta com 2 campeonatos brasileiros no currículo, tendo representado alguns dos principais clubes do país, tais como o Funvic Taubaté, o SESI SP e o SESC RJ. Pode também jogar na posição de líbero.


Esta temporada também fica marcada por um passo importante no voleibol encarnado: a participação na CEV Champions League. Ao contrário do que se verificou nas épocas anteriores, em que a equipa abdicava de participar em competições de nível mais elevado para apostar forte na Taça Challenge, nesta época decidiram dar um passo mais ambicioso, participando nas pré-eliminatória de acesso à Fase de Grupos da Champions.




Na minha opinião, esta participação na Champions deve-se a dois motivos: primeiro, porque uma participação na competição irá aumentar a reputação do voleibol do Benfica, podendo atrair outros patrocinadores e jogadores de maior qualidade.


O segundo motivo tem a ver com a competitividade. A Taça Challenge era a terceira competição europeia na modalidade e como tal, é aquela com adversários mais acessíveis, mas tem sempre 3/4 equipas de maior calibre, com as quais o Benfica acabava por se encontrar mais cedo mais tarde e acabava por ser e