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Wherever I may roam 🎵

"And the road becomes my bride..."


Dezembro de 2017. O Benfica joga a última jornada da Taça da Liga em Setúbal e já está eliminado. Eu antecipo o meu regresso de Castelo Branco pós-Natal para ir ver o jogo ao estádio.

Combina-se choco frito no Léo dos Petiscos e na ida a pé para cima, o Diogo Carrasquinho comenta comigo:"Estes gajos nem sonham os sacrifícios pessoais que fazemos por eles. Entre ausências de festas e jantares, a somar aos kms que fazemos por este Portugal a fora. Este ano foram *numero absurdo que não me recordo* kms."


Fiquei a pensar nisso e decidi passar a contabilizar também os kms que faço, certo que seria um número muito menos obsceno que o Diogo.

Este ano, num total de 5.543 kms dividido por 13 deslocações, foram estas camisolas que me acompanharam por esse Portugal fora da Luz (repeti a primeira que usei em Portimão na época passada no jogo desta época em Moreira de Cónegos)

Nestes 13 jogos fora da Luz houve muito mais que um simples jogo, houve muito mais que os 5.543 Kms percorridos.

Houve medronho esquecido em Portimão, houve "Oh Ana!" nas Aves, a promessa de beber amêndoa amarga se fôssemos campeões em Moreira e Unicórnio na Feira, Houve "então mas se o jogo é às 9 da noite porque é que sais de casa às 10 da manhã?" para a Supertaça e carteira "perdida" no jamor que afinal estava no carro. Houve regresso a Moreira e esclarecer que ninguém gamou nenhuma garrafa de vinho, o início da minha despedida de solteiro na Cova